Aprenda melhor a sua língua!


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Olá pessoal,

Tenho recebido alguns insights (estrangeirismo ou itálico?) e logo preciso por no papel, afinal tenho que aproveitar esses momentos raros de vontade de escrever…(estão aumentando….)

Essa (ou esta?) semana decidi me empenhar nos estudos de línguas…cheguei a conclusão de que ando preguiçosa e só dependendo de quem me ensina, e decidi fazer a minha parte, pois algumas vezes reclamo que tenho medo de falar inglês, porque fico nervosa, que não falo francês porque parei há algum tempo, etc… (desculpa pouca é bobagem – tem vírgula?)

E também decidi correr atrás de um curso de gramática da Língua Portuguesa, por duas razões:

A primeira é que na área em que (ou na qual?) trabalho atualmente foi me atribuída a função de revisar todos os relatórios, e quem me conhece sabe que não gosto de fazer nada mais ou menos, e com o início dessa atividade fiquei várias vezes em dúvida quanto à correção gramatical (crase, vírgula, pronome demonstrativo, etc…)

A segunda é que quando conheci a Nayara Bermudez – secretária executiva do Itaú em Nova Iorque, fiquei impressionada com a perfeição que ela fala português. Mas ela é brasileira, qual é o espanto? Ora, o espanto é que ela trabalha nos EUA ha alguns anos, só fala inglês, e quando chega ao Brasil tem um português culto! E nós, profissionais, que falamos a língua- mãe todo o tempo e devemos usá-la com perfeição, não o fazemos… (atire a primeira pedra…)

Comecei a reparar no (ou em?) meu falar, e percebi que não falo o português como gostaria. Não digo aquele formalíssimo, mas pelo menos, o mais correto possível.

Não preciso dizer, que decidi buscar no You Tube alguns vídeos em português para me ajudar (e achei!!). Fiz o mesmo com o francês e inglês! Decidi não me acomodar e vou me empenhar para ganhar a medalhinha (de mim mesma!) como a auto-didata do ano (tem hífen?)

Por isso, o recado que quero deixar aqui é estude português, leia bons livros, pesquise quando não tiver certeza do que vai escrever, se aprimore sempre….como eu li esses dias no Facebook – não adianta falar inglês, francês, mandarim e escrever jente (escolhi essa palavra, pois recebi um comentário há muito tempo no site, que posto abaixo para vocês terem noção da importância da língua materna.)

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E por fim, deixo aqui a indicação de um livro e um canal do You Tube (Prof. Sidney Martins) que comecei a estudar hoje e já estou gostando bastante. Apesar de eu ter alguns livros de Gramática, gostaria de indicação de livros atuais e de fácil consulta.

(destaquei minhas dúvidas em itálico e negrito como brincadeirinha para enriquecer o texto, e para vocês verem como surgem tantas dúvidas ao escrever!)

 

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O que você faria se não tivesse medo?


 

 

Sou um tipo de pessoa que não gosta muito de escrever sobre o que penso,  minhas opiniões, discordâncias, vontades, amarguras, etc… por várias razões. Mas isso não impede que eu admira quem o faça… E nesses últimos meses, tenho lido, ouvido, visto e convivido com tantas opiniões, formas de ser e pensar, motivações, engajamentos, esperanças, desabafos…que hoje pensei: tenho acumulado tanta coisa positiva ultimamente que já está na hora de me manifestar…e como não sou negativa, nem polêmica, nem amargurada, vou fazê-lo somente com as absorções positivas que tenho tido ultimamente.

Gosto muito de falar, mas mais da minha vida do que dos outros…mas quando é para pensar sobre a atitude ou palavras do outro, fico em silêncio…não para julgar…mas para tentar ver o lado bom dessa pessoa, e seu eu não o vir, eu decido na hora me afastar. Por isso, quem me conhece sabe que se eu me afasto é porque algo ou faz mal a mim, ou a ela.  (claro, que muitas vezes a distância é por incompatibilidade de agendas, mas quem eu amo sabe, porque me manifesto sempre…)

Mas falemos de coisas boas….nessas minhas viagens para participação em eventos, sempre digo que volto mais rica…(não, não estou falando do cartão de crédito….ai ai) mas rica em conhecimento, em cultura, em livros e em pessoas…

Nesse último congresso no qual participei em São Paulo, o fabuloso COINS aprendi muito….tanto…que muitas vezes só por estar ao lado de pessoas empoderadas e formadoras de opinião, eu já aprendia por osmose.

E comprei alguns livros…ahhh como os amo…e hoje lendo um deles (que adquiri também recentemente em um evento de Secretariado – FISEC RJ 2017 – “Olhe mais uma vez!” do apaixonante Moacir Rauber), me deparei com a seguinte pergunta:

O que você faria se não tivesse medo?

Que pergunta forte!!! Me veio na lata uma resposta – que não vou compartilhar com vocês, sorry, mas a partir dessa resposta comecei a refletir e cheguei a conclusão de que eu não tenho medo de coisa alguma….não é pretensão de minha parte não…claro…tenho medo de perder meu filho…medo da violência…medo de passar fome, medo de altura, medo de cigarra…mas não é esse o ponto.

Quando digo eu não tenho medo de nada, eu quero dizer que não tenho medo de mudanças, quero dizer que não deixo de fazer algo que eu queira muito – contanto que não machuque ninguém (e olha que muitas vezes já machuquei sem a intenção) – e chego a conclusão que eu vivi tudo o que eu queria viver, porque não tive medo…

E pela primeira vez, fiz as seguintes perguntas:   se eu tivesse medo de ter largado o emprego de salário alto…se eu tivesse medo de ter andado sozinha pela madrugada do RJ ou SP, se eu tivesse medo de ter feito minha primeira viagem internacional sozinha, (não teria sido detida na imigração e não teria tanta história pra contar hahaha) se eu tivesse medo de fotografar um show de black metal de madrugada nos confins do DF, se eu tivesse medo de ter tido um filho, se eu tivesse medo de fazer uma tatuagem por doer, ou pelo o que os outros iriam pensar, se eu tivesse medo de viver sozinha após perder pai e mãe, se eu tivesse medo de ficar endividada e não ter tido momentos em que conheci pessoas excepcionais ou participei de um show inesquecível, se eu tivesse medo de ser largada, ou ser traída, se eu tivesse tido tantos outros medos….

São tantos “se”…que se eu tivesse obedecido alguns deles, hoje não teria vivido, não seria plena, não seria feliz…

Até a solidão que hoje é o que ainda me faz chorar e me sentir infeliz,  tenho tentado dar um passa fora e não esmorecer… (quem sabe da minha história sabe que meu marido, por condições que fogem ao nosso alcance, trabalha em outro Estado e nos vemos apenas uma vez por mês).

Bem, mas como esse é um blog profissional e não de desabafos, a mensagem que quero deixar aqui é a seguinte:

 Qual o medo que o impede de ter momentos felizes? Qual o medo que o impede de crescer, ou se livrar das pessoas que não o deixam crescer?

Hoje tive a honra de receber 3 alunos queridos do 2 semestre de Secretariado Executivo da UNIP, (CORREÇÃO E MEA CULPA: OS ALUNOS SÃO DA UPIS, A QUERIDA FACUL QUE ME FORMEI EM 2004, E TODAS SÃO TÃO BOAS QUE A GENTE CONFUNDE…HEHE…SORRY) para gravar um vídeo (ahhh eu tenho pavor de gravar vídeos…hehe) com entrevista em inglês sobre a carreira, e falando sobre toda a minha trajetória de sucesso, que não foi chegar ao lugar mais alto, mas, sim ao lugar que me deixa mais feliz, cheguei a conclusão de que tudo o que conquistei foi por não ter tido medo.

Não! Mentira!

Eu tive medo sim, mas não permiti que ele se apoderasse de mim, e sendo bem clichê segui a filosofia de que “se tiver medo, vai com medo mesmo”!

Não tenha medo de crescer, de viajar, de conhecer pessoas novas, de conversar com estranhos, de gastar mais do que ganha (ops…e se for por uma excelente causa??), de mudar de curso, de mudar de profissão, de mudar de marido, de mudar de ambiente, de grupo de pessoas, tudo aquilo que não o deixa feliz, que não o deixa crescer, que não o deixa viver! Não tenha medo de desistir para ser feliz!!

Deixando claro que tudo deve ser feito com sensatez, para não machucar ninguém e nem a si mesmo, levando em consideração esse muito louco que vivemos!

Para encerrar esse momento raro, deixo um trecho do livro do meu querido amigo Moacir:

“Porém, muitas vezes paralisam-se as ações em função do medo. Não são vistas as alternativas por medo. O medo, muito mais do que as pernas, paralisa o cérebro, impede que se tenham as iniciativas que apontem as soluções criativas. O medo enrijece e elimina a flexibilidade. (…) Ter essa clareza frente a situações difíceis permite que se encontrem soluções, desde que esteja disposto a olhar mais uma vez”

Olhe mais uma vez!. Moacir Jorge Rauber. Editora Mundo Hispânico.

Faltam 12 dias para o COINS 2017! Nos vemos lá!


COINS 2017 – Maior evento da área,
consagrado pelo público participante. 
Como o Profissional de Secretariado promoverá o empoderamento para ser capaz
de protagonizar sua própria história?

Como é o nosso trabalho de hoje e como será no Futuro?

Qual será o trato mínimo que devemos ter nas relações humanas?

Como o profissional de Secretariado será capaz de se tornar protagonista e inovar no espaço organizacional, considerando o atual contexto de múltiplas diversidades?

Essas são algumas das questões que pretendemos discutir, juntamente com nossos
33 facilitadores, em 26 atividades, nesta 4ª edição do maior evento do Secretariado.

Inscreva-se! Ainda dá tempo!

Qualquer dúvida escreva-nos: coins@sinsesp.com.br 

Um abraço,

Isabel Cristina Baptista
Gestora do COINS 2017

26, 27 e  28 de outubro –  Hotel Maksoud Plaza/SP

Cinco coisas que você deve saber – e que o RH nunca irá lhe dizer


Sugestão de leitura enviada por Ângela Scórsin

Cinco coisas que você deve saber – e que o RH nunca irá lhe dizer

Confira as sugestões de quem conhece os bastidores do RH para melhorar sua relação com os profissionais dessa área – e o potencial da sua carreira

POR ARIANE ABDALLAH

Human resources and CRM

Ame-o ou odeie-o, mas o fato é que o pessoal do departamento de RH tem um impacto significativo em sua carreira. De decisões sobre remuneração a promoções, muita gente subestima o papel do RH e a diferença que ele pode fazer se estiver do seu lado.

Da próxima vez que cruzar com um representante do RH, não mude seu caminho. Não finja que estava seguindo para a impressora nem para o bebedor. Sorria, diga “oi” e leve em consideração as sugestões abaixo, elaborados por um profissional que trabalhou no RH e publicadas na Business Insider.

  1. Lembre-se de que o RH trabalha para a empresa, não para você

Claro, o RH quer oferecer suporte aos funcionários, mas, no fim das contas, eles estão trabalhando para servir aos interesses da companhia. Simples assim.

Então, da próxima vez que estiver se perguntando por que o pacote de benefícios foi cortado, por que tantos empregados leais foram dispensados na reestruturação ou por quê o RH apoia um gerente que claramente está agindo errado, lembre-se de que os profissionais dessa área são pagos pela empresa – e não por você.

  1. Tenha em mente que todos os empregados NÃO são tratados da mesma forma

Enquanto os gerentes de RH vão falar que todos são tratados como talentosos e são valorizados pela empresa, eles próprios não acreditam que todos tenham talentos ou valores iguais. Em praticamente toda grande organização, as pessoas são classificados em diferentes grupos ou categorias. Por exemplo, há o grupo dos “alto potenciais” (high potential).

Quando se trata de remuneração, os valores podem variar muito, mesmo quando duas pessoas fazem exatamente o mesmo trabalho. Se você suspeitar que recebe um salário abaixo de seu escopo, nunca é tarde para aperfeiçoar suas habilidades de negociação.Você provavelmente não saberá oficialmente que essas divisões existem. Ou, ainda mais importante, em qual grupo você foi colocado pelo gerente de RH. No entanto, essas classificações podem afetar tudo, desde as oportunidades de desenvolvimento até a probabilidade de uma promoção ou aumento de salário.

Existem inúmeras políticas de RH que defendem melhoria de processos, justiça e igualdade entre os funcionários. Mas para toda política, exceções são garantidas. A quem essas exceções se aplicam? Isso leva a outro tópico…

  1. Cause uma boa impressão, porque a opinião do RH sobre você é crucial

É verdade que seu gerente é uma peça-chave para o seu avanço profissional. Mas o RH também pode ter um grande impacto em sua carreira – tanto positivo quanto negativamente. Se eles o enxergarem como uma garota entusiasmada, comprometida e articulada, os outros ouvirão falar sobre você. Da mesma forma, se o virem como um cara que só reclama e costuma chegar atrasado, isso também se tornará público.

Quando o RH estiver em uma reunião com o time de gestores, discutindo quem será promovido, quem será enviado a um programa de desenvolvimento executivo em Londres e quem será o novo integrante de um comitê com pessoas de alta performance, você obviamente quer estar em algum desses grupos.

O RH também é o primeiro a saber sobre novas vagas abertas na empresa. Você não quer apenas ser recomendado para boas posições. Quer ter a certeza de que será considerado em primeiro lugar. Apesar de o que você possa pensar (ou do que o RH lhe disser), muitos postos de trabalham nunca são anunciados.

Isso é importante porque, com muita frequência, funcionários novos não têm uma relação com ninguém do RH. E se você não conhecer ninguém de lá, eles provavelmente não vão sabem quem você é (e, portanto, não poderão lhe ajudar). Às vezes, tudo o que precisamos é de um breve encontro durante o café para discutir seu aprendizado e plano de desenvolvimento. Ou ainda para mensurar seu impacto em um grande projeto do qual faz parte.

Por outro lado, se você tem uma relação com o departamento de RH, mas sente que falta ter uma marca pessoal clara, aprenda a falar um pouco mais sobre suas conquistas. Faça um marketing pessoal. E, gradualmente, construa sua reputação.

  1. Tome cuidado com o que você discute com o RH

Embora seja preciso construir uma relação com RH, você precisa estar consciente do que compartilha com os funcionários dessa área. Não considere suas conversas privadas com um de seus representantes como uma discussão confidencial.

Você sempre pode pedir que algo seja mantido em segredo, mas se for algo que realmente não queria que seja espalhado, é melhor não testar a sorte. As pessoas que trabalham para o RH são tão acostumadas a lidar com informações sensíveis que discutir algo que você enxergue como privado pode facilmente acontecer.

  1. Também compartilhe palavras positivas com o RH

O RH frequentemente recebe um monte de reclamações. De “eu não fui pago em dia” até “por que se demora tanto para contratar alguém?” passando pelo sempre popular: “Nós realmente temos que perder tempo com outra reunião de RH?”.

Mostrar seu apreço pelo RH pode exigir um longo caminho. Mas é importante oferecer feedbacks positivos à essa área também. Claro que deve ser um testemunho genuíno. Mas saiba que demonstrações positivas podem, muitas vezes, trabalhar a seu favor. Como diz o ditado, você pega mais abelhas com mel do que com vinagre.

Agora que tem a trilha, vá em frente e adentre as portas assustadoras do RH. Só tenha cuidado.

Fonte: http://epocanegocios.globo.com

 

 

6 atitudes que podem prejudicar a sua imagem no ambiente de trabalho


Thais Carvalho Diniz

Do UOL, em São Paulo

29/09/2017 04h00

Ninguém precisa fazer melhores amigos no ambiente de trabalho, mas é preciso ter o mínimo de sociabilidade para construir uma imagem positiva perante colegas e gestores. Um simples “bom dia” e palavras básicas da boa educação, como “por favor”, colaboram para um ambiente empático e mais produtivo.

Segundo os especialistas entrevistados pelo UOL, a inteligência emocional está, cada dia mais, à frente de habilidade técnicas. Por isso, a forma como decidimos interagir não é algo a ser feito pela empresa, mas por você. “O objetivo deve ser de todo profissional que quer evoluir na vida e no trabalho”, afirma Claudia Klein, especialista em desenvolvimento profissional.

A seguir, veja pequenos gestos que podem prejudicar sua reputação no meio corporativo:

Não cumprimentar as pessoas

Não é nem preciso avançar até o “tudo bem”, mas um “oi” ou “bom dia” pode fazer toda a diferença na sua imagem. Quem passa por todos sem sequer fazer um contato visual, pode ser visto como um indivíduo pouco acessível e até arrogante. Dar as boas-vindas, independentemente de cargos e interesses, também faz parte. Esse item vale se você é gestor ou colaborador. No caso do líder, a responsabilidade é ainda maior, uma vez que o esperado é ter esse profissional como exemplo para toda a equipe.

Recusar almoços com colegas (sempre)

Existem pessoas mais sociáveis que outras e é preciso respeitar as individualidades. Entretanto, faz parte da etiqueta social não recusar a todos os convites. Essa atitude demonstra pouco interesse em ampliar as redes de contato. Afinal, é possível equilibrar dias –e até semanas– de almoço acompanhado ou não. Quanto mais você conhece e se dá bem com outros profissionais, mais fácil de estabelecer um diálogo efetivo em assuntos do trabalho.

Opinar sem ser solicitado

Não é necessário ficar restrito a opinar apenas quando se é solicitado. Entretanto, há limites e formas de fazê-lo sem invadir o espaço do outro. Uma dica para deixar as pessoas à vontade com o seu palpite é perguntar se elas gostariam de uma opinião diferente sobre o assunto tratado. É possível perceber genuinamente quando e onde você pode contribuir com o seu conhecimento e experiência. E sempre de forma respeitosa e sem sarcasmos do que está em discussão, claro.

Ser reativo

Um conceito básico de sobrevivência no ambiente de trabalho é não ser agressivo com os outros nem consigo mesmo. Portanto, podemos ouvir as críticas com paciência e, se for o caso, dizer, respeitosamente, que discordamos dela. Quando somos reativos, assim como em outras áreas da vida, perdemos a razão. Quando reagimos mal, acabamos atacando o outro. Entretanto, se sucumbimos a todos os pontos de vista externos, o ataque acontece a nós mesmos. O segredo é equilibrar.

Ignorar as conquistas dos outros

Faz parte da criação de um ambiente socialmente agradável saber reconhecer as conquistas dos colegas e colaboradores. Além de servir como estímulo para a produtividade, demonstra respeito. Neste item, podemos incluir, para uma boa imagem, não fazer parte de rodas de conversas nas quais o foco é falar mal de alguém.

Falar alto ao telefone

Seja por vontade de expor uma conversa importante –mesmo que tenha a ver com o trabalho– ou, pior ainda, quando se trata de algo pessoal, falar alto em locais com mais pessoas é sinal de desrespeito. Os espaços no ambiente corporativo são compartilhados e não devem, por isso, ser tratados como exclusivos.

Consultoria | Elisabete Alves, professora da pós-graduação em Gestão de Pessoas da FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado); Fernando Lima, diretor da ABRH-SP (Associação Brasileira de Recursos Humanos de São Paulo); Claudia Klein, especialista em desenvolvimento profissional.

Fonte: https://estilo.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2017/09/29/6-atitudes-no-trabalho-que-mudam-a-sua-imagem-para-o-bem-e-para-o-mal.htm

RETIFICAÇÃO VALOR DA INSCRIÇÃO: FISEC RIO 2017 está chegando e com descontaço especial!


Retificando o post de ontem, o valor do passe individual pra delegação de Brasília, 30% desconto fica: R$ 665. Pessoa física podendo parcelar em 2 x R$ 332,5.

Para aproveitar o desconto de 30% entre em contato com a Central do Clube, e faça a sua inscrição por e-mail: atendimento@pepitaconsultoria.com  |  (21) 2579-0638.

Pessoal, boa tarde,

Faltam 19 dias para o FISEC RIO 2017 e Pepita Soler trouxe muitas novidades essa semana!

Primeiro, é o app para Android e para IOS para você baixar e ficar atualizado com todas as notícias, programação e informações sobre os palestrantes do FISEC RIO 2017.

Celular com configuração Android  >> Google Play Store  >> FISEC RIO 2017

Celular  com configuração  Apple >> App Store >> FISEC RIO 2017

Outra super novidade: Delegação de Brasília terá  30% desconto!! Corram!

Lembrando que Alunos Universitários, aposentadas e Secretárias em Transição tem direito 50% desconto, até próxima sexta-feira! Imperdível, não?

Não perca  a oportunidade de participar do evento mais transformador do Secretariado Executivo,  o FISEC RIO 2017, V Fórum de Inovação em Secretariado Executivo, nos dias 01 e 02 de setembro na  Cidade Maravilhosa!!

Confira a incrível programação: http://www.fisecrio2017.com

A Programação oficial termina no sábado, porém no domingo, dia 03 de setembro, Pós FISEC, programamos uma grande atividade de integração com as delegações do Brasil: Caminhada de Secretárias (os) na Lagoa Rodrigo de Freitas, um dos mais belos cartões postais do Rio de Janeiro.

Por que participar do FISEC Rio 2017?

Em um único espaço, em dois dias, o participante terá acesso a uma agenda repleta de palestras, painéis, oficinas e vivências no segmento do secretariado, proporcionando conhecimento, aprendizado, troca de ideias, networking e compartilhando as melhores práticas, sempre em busca do equilíbrio entre inovação, atitude positiva, evolução profissional, e qualidade de vida.

Quais temas serão abordados no FISEC Rio 2017?

  • Cenário do mercado atual, transformações e oportunidades.
  • A importância da Empatia e Positividade no trabalho e na vida.
  • Empreendedorismo, Transição de Carreira e Transformação Pessoal.
  • Tendências, Conectividade e Inovações em Secretariado Executivo.
  • A  importância da Mulher no universo empresarial.
  • A visão das Lideranças sobre o papel do Secretariado Executivo.
  • Consciência, ética, sustentabilidade e propósito.

Como você pode participar do FISEC Rio 2017?

Para aproveitar o desconto de 30% entre em contato com a Central do Clube, e faça a sua inscrição por e-mail: atendimento@pepitaconsultoria.com  |  (21) 2579-0638.

Valor passe individual pra delegação de Brasília, 30% desconto fica: R$ 665. Pessoa física podendo parcelar em 2 x R$ 332,5.

O Passe inclui: dois dias de palestras, painéis, vivências, Expo FISEC, material de apoio, certificado online e coffee break.

Será um grande prazer receber você no maior e mais inovador evento de Secretariado do Brasil, FISEC RIO 2017!

Um forte abraço,

Pepita Soler

Fundadora e Presidente

Pepitas Secretaries Club