Dica de leitura por Karla Karina: A arte de ser gentil, de Stefan Einhorn.


 

Dica de leitura: A arte de ser gentil – A bondade como chave para o sucesso, de Stefan Einhorn.

O mundo atual, esse mesmo, louco, confuso e desestruturado, nunca precisou tanto de pessoas gentis. O Profeta Gentileza já sugeria isso há muitos anos e é de fato um tema muito presente em nossas vidas.

O livro, A arte de ser gentil, assim como a maioria dos livros que sugiro, é de cabeceira. É um daqueles livros que eu uso como guia para não esquecer jamais de onde vim e para onde desejo ir.

E venho refletir com você aqui hoje: você é gentil? Como você produz gentileza? Quantas vezes no dia você trata o outro como gostaria de ser tratado?

No mundo corporativo em que a grande maioria das pessoas tem vivido, ser gentil muitas vezes é sinônimo de ser trouxa. Segurar a porta do elevador para que o colega não o perca. Dizer bom dia do porteiro ao seu colega da mesa ao lado. Manter o celular no silencioso. Evitar a vida pessoal no ambiente de trabalho. Evitar o emburramento no ambiente de trabalho. Passar recados. Não deixar o telefone tocando horas só porque está com preguiça de atender. Estar no corredor e trazer àquela impressão esquecida na máquina. Um cafezinho para o colega que aparentemente não foi nem ao banheiro pelo excesso de trabalho…

É, tem gente que faz isso e é expressamente apontada como puxa-saco ou trouxa.

Eu poderia ficar até dias falando sobre isso. Existem inúmeras maneiras de sermos gentis uns com os outros, sem sermos trouxas e isso certamente ultrapassaria os limites da gentileza específica e dai já interligamos com o tema Etiqueta, que já foi abordado por mim aqui neste blog.

O mais importante é que sejam atos muito sinceros. Que sejam ações mínimas ou não, realizadas com comprometimento com o seu coração. Que sejam práticas muito mais que diárias, diria que devem ser práticas naturais. Não deve jamais ser feito com a intenção de receber algo em troca. E como diz o livro, é importante não passar dos limites, não invadir o espaço do outro, não ser interferência, mas sim que seja uma forma cotidiana de transformar o mundo, seja ele o seu ou o do outro, em um lugar mais leve, mais generoso e mais humano.

por Karla Karina

 

Dica de leitura por Karla Karina : “Bem-vindo a sua crise” de Laura Day


Dica de leitura: “Bem-vindo a sua crise  – como usar os momentos difíceis para criar a vida que você quer”. De Laura Day.

Estamos vivendo em crise. E crise em uma esfera mundial. Crise econômica, social e em muitos casos, crise profissional e pessoal.

O livro sugerido traz uma análise de como devemos encarar aquelas situações mais complicadas que surgem ao longo de nossa jornada e que em muitos casos nos leva à depressão, ansiedade, medo e autodestruição.

Conforme sugere Laura, as crises em nossas vidas podem ser extremamente dolorosas, mas também podem ter o poder de transformação. Nem todos sabemos como atravessar os caminhos mais difíceis, adquirindo desta caminhada algo positivo. Chegar a este nível de entendimento sobre um problema e conseguir superá-lo, requer o conhecimento sobre si e sobre os desejos mais íntimos de melhoria com o interior e com as relações externas.

“Bem-vindo a sua crise” nos ensina em uma linguagem simples e sincera, que apesar de qualquer obstáculo significativo, há uma maneira de superação. Laura nos propõe através de perguntas e exercícios, que paremos um tempo em nossas agitadas vidas para uma reflexão sobre quem somos e o nosso papel na sociedade, sejam em momentos bons ou em momentos ruins.

Levando para o lado profissional, tema foco deste blog, infelizmente, diariamente enfrentamos problemas variados: crises de gestão, crises de relacionamento, crises pessoais, dúvidas, insegurança, medo, instabilidade… A lista é infinita e assustadora. Mas é preciso um equilíbrio além do exigido, além do esperado e essa conquista vem com o tempo dedicado ao entendimento do limite, do senso de responsabilidade com o que se quer e com o que se espera do futuro. Acima de tudo, é carregar o peso sem ser um peso na vida do outro, é ter esperança, fé e profissionalismo.

O livro faz com que reflitamos sobre levar a vida um pouco menos a sério, considerando principalmente que problemas irão existir, independente da fase em qual se vive: seja um divórcio, a morte de um ente querido, uma doença, uma demissão. O importante é se conhecer profundamente e encarar não só com coragem e fé, mas com uma determinação de vencer com excelência todas as barreiras impostas nos diversos momentos de crise.

Dica enviada pela Karla Karina do bolshaia.blogspot.com.br

Dica de leitura: Gloria Kalil – Alô, Chics! por Karla Karina


 

 

Aprendi desde pequena que educação realmente vem de berço. Etiqueta também. E que isso

não é coisa de rico. Isso é coisa de gente educada, que pensa no próximo e que respeita o

direito do outro sem desrespeitar o seu, sem perder a cabeça, sem nervoso, sem stress.

 

Neste livro, que recomendo ser de cabeceira, Glória nos mostra como os pequenos detalhes

fazem uma diferença muito forte na convivência social.

Ser um humano que tem etiqueta vai além do saber usar os talheres em um jantar chique.

Aliás, é muito além disso mesmo. É saber usar o garfo e faca no dia a dia mesmo. Não adianta

ser um sujeito culto, mas não saber que o lado direito sobe e o esquerdo desce. Que no

elevador, primeiro se sai, depois se entra.

 

Ter etiqueta nos leva a ser melhores na boate, no trabalho, no cinema, no teatro, em todos os

lugares. É respeitar quem não fuma, quem é cadeirante, quem está a pé, de bike, no carro ou

na moto. Respeitar quem não bebe, quem não curte o seu estilo de música.

 

Acredito, e é uma opinião muito forte que eu tenho há anos, que deveria ser uma matéria na

escola. Na faculdade.

 

Independente do sexo, da idade, do curso, do trabalho. Todos devemos

não só ter etiqueta, como ser a etiqueta onde quer que estejamos.

Algumas regras mudam mesmo com o tempo, porque o tempo não para e todo dia é uma

novidade. Mas a base precisa existir. Apenas precisamos nos adaptar.

 

E eu desejo que você tenha etiqueta e que seja acima de tudo um ser humano que pensa no

próximo e que não faz com o outro o que não quer que façam para ti. E que nos pequenos

gestos, transforme vidas.

 

por Karla Karina

Dica de leitura: Secretariado Intercultural de Marcela Brito por Karla Karina


 

Há alguns meses escrevi aqui sobre a importância da leitura. E hoje venho indicar um livro muito interessante principalmente para quem atua na área de Secretariado Executivo. Este tema, interculturalidade me foi apresentado por Marcela Brito, em uma palestra na UPIS e desde então venho acompanhando não só a Marcela pessoa, como a Marcela profissional e dona do site http://www.marcelabrito.com , que, aliás, indico como leitura diária, assim como o blog da minha querida Karla Mustafá, este que no momento estou com muito carinho ajudando a construir com minhas escritas descompromissadas mas ao mesmo tempo com profunda vontade de compartilhar o lado bom do secretariado.

Em seu livro Marcela aborda a necessidade do profissional de secretariado ter uma ligação cultural com o mundo e assim dentro de seu ambiente de trabalho desenvolver habilidades de convivência que ultrapassem os limites da relação gestor e secretário. É preciso saber lidar com as diferenças culturais que no mundo globalizado são extremamente claras. Atuar com respeito ao que o outro é a bagagem que ele carrega e à sua história de vida. É ser antes de tudo um ser humano melhor.

Conforme ela mostra ao longo de 92 páginas, a interculturalidade é um tema muito jovem diante do tempo de vida do secretariado executivo. Mas é um tema que precisa ser abordado nos cursos de secretariado executivo pelo Brasil e principalmente deve ser vivido por cada profissional. Como fazer isso, Marcela dá as dicas em seu livro.

Sugiro essa leitura pela leveza da escrita e para de alguma forma despertar em você o gosto pela leitura e o gosto por desafios. Sair da zona de conforto do que o mercado te oferece. Criar em si uma vontade de ser um profissional menos engessado e mais aberto às diferenças que naturalmente surgem em nosso dia a dia.

Permita-se conhecer o novo, culturalmente e profissionalmente. Permita-se saber o que existe além do seu mundo, que mesmo sendo complicado, é cheio de coisas muito interessantes.

beijos

Karla Karina

 

 

Saber administrar a vida profissional e pessoal. Palavra chave: priorizar


 

Baseado em minha rotina pessoal, venho aqui hoje conversar com vocês sobre a importância de administrar o tempo, verificando o que faz bem para a mente e o corpo, a fim de alcançar resultados positivos no que diz respeito à carreira.

Atualmente há um excesso de informações crítico, onde nos perdemos e nos prendemos a atividades que em nada acrescentam ao nosso dia. Temos aí a mídia massiva e o entretenimento barato nos tirando um pouco do sono.

O ideal, falando em sono, é que durmamos 8 horas por dia, pratiquemos exercícios físicos e nos alimentemos bem. Quase nunca isso acontece e nos culpamos muito. Também devemos ler vários livros, aprender um ou dois idiomas, fazer uma pós, um mestrado, um doutorado. Também precisamos acertar no campo pessoal, sendo bons pais, esposas, maridos, amigos. A pressão é imensa. O ideal mesmo é fazer do seu dia algo leve. E esse caminho cada um deve escolher como conduzir. Não é uma tarefa muito simples porque o dia só tem 24 horas e o final de semana passa ainda mais rápido.

A minha dica, e isso é algo que eu faço no meu dia a dia, e confesso que demorei a entender, é que não somos máquinas. Não há um botão de liga e desliga. Não temos como fazer tudo o que nos é solicitado, não tem como sermos bons em tudo, infelizmente. Não há possibilidade de em um dia, sermos perfeitos. A sugestão e amenizar as frustrações. É não cansar em demasia o corpo e a mente. É colocar como meta a realização do que é possível realizar e dentro desta meta, realizar da melhor maneira possível (frase confusa, mas analise-a, faz total sentido).

Tento evitar principalmente as distrações. Então, para administrar o seu tempo e dar conta de tudo, evite distrações, principalmente quando for desempenhar determinada tarefa. No trabalho então isso tem que acontecer mesmo. Crie uma agenda pessoal e uma profissional. Faça planilha de gastos e custos, isso evita perder tempo tentando descobrir qual a conta precisa ser paga, por exemplo. Se for ler um livro em casa, escolha um local arejado e com luz ideal e faça isso sem olhar ao celular. Ao brincar com seu filho, faça-o longe de computador e outras tecnologias. Ao dormir, não tenha em seu quarto aparelhos de televisão, computador, celular. Vai cozinhar, tome um bom vinho, coloque uma boa música. Vai faxinar, também coloque uma música.

No lado profissional, o que tem mesmo gerado frustração é que não conseguimos nos desconectar. Facebook, whatsapp, telefone celular e por aí vai. Já tentou exercer suas atividades imaginando como seria sem nada disso? Afinal, como viviam nossos antecessores? Viviam bem, sabiam como usar a tecnologia disponível a favor.

Parece balela, na palavra mais usual, mas não precisamos de livro de autoajuda para entender que a questão de administrar o tempo é uma tarefa gostosa de ser exercida. Claro que precisamos antes de tudo saber exercer a humildade, pedindo ajuda quando necessário, admitindo quando não conseguimos e continuarmos tentando.

Vale a pena. E no final sempre há a possibilidade de conseguirmos fazer tudo ao que nos propomos. Apenas é preciso priorizar.

por Karla Karina

Como anda a sua leitura? por Karla Karina


 

Ler é um dos processos de crescimento, pessoal ou não, mais antigo do mundo. Desde que começamos a ler, o mundo se tornou basicamente o que é e sabemos que devemos muita gratidão aos povos antigos por toda a evolução que recebemos na atualidade.

Só que ainda é possível encontrar pessoas que não gostam de ler. E claro que é assustador e para muitos digamos, vergonhoso. Porque ler é sem dúvida, um estímulo para a evolução pessoal dentro de diversos setores da vida humana na Terra. E isso já está mais do que provado.

Quando criança eu não recebi os devidos estímulos na primeira fase de vida para o gosto pela leitura. Os tempos eram outros. Em meu primeiro mês em Moscou uma professora me disse que se eu não aprendesse a gostar de ler e não criasse esse hábito, eu não chegaria nem à 8ª série. Entrei em pânico, porque eu nesta época não lia nem gibi. E 18 anos depois desta ameaça, aqui estou, lendo de um tudo. Aprendi a ler o que gosto e até o que não gosto, pois sei que algumas leituras são obrigatórias para o meu desenvolvimento profissional.

Depois do meu pequeno relato pessoal, venho perguntar à você caro leitor deste blog: como anda a sua leitura diária? Tem lido jornal, revista, sites na internet, blogs, livros, ensaios? O que você gosta de ler?

E aí vem a dica profissional: leia. Gostando ou não. Deve ter algo com o qual você se identifica. Em seu trabalho com certeza você precisa fazer algum tipo de leitura mais aprofundada, com certeza deve ter alguma coisa que lhe interesse e que você queira muito saber e que somente a leitura poderá te proporcionar. Quem lê é estimulado a pensar, refletir, criar opinião, a debater, discutir, crescer. Quem lê participa de entrevistas estando mais atualizado e inserido no contexto sócio-econômico-cultural. Tem que ler ainda mais em um mundo onde ter toda a informação ainda é pouco.

Pessoalmente falando, tem um monte de livros que eu não li, mas que não li depois de tentar ao menos duas vezes. Mas de uma maneira geral, meu ritual é ler todos os sites de notícias mais famosos, escolho três dias na semana para fazer leitura de algo que eu goste nos idiomas que eu falo. Também leio muitos blogs e sites. Aproveito à ida ao salão e leio revistas de fofocas.

Leio meus livros em casa que geralmente eu escolho pelo título, leio muito sobre temas da psicologia e educação, que são temas que me ajudam no meu processo ainda em desenvolvimento como Secretária, Professora e Cerimonialista. A menina que aos 12 anos não lia nem bula de remédio, hoje troca qualquer balada sem futuro por uma boa leitura e que lê porque ama. E não foi um processo fácil. Tive que me forçar algumas vezes, mas quando terminei de ler meu terceiro livro, percebi que nunca mais viveria sem este ato e prometi que não passaria um mês sem ler nem que fosse um livro no mês.

Tem meses que leio pelo menos 4.

Você que será pai ou mãe por estes tempos, estimule desde pequeno a leitura do seu filho. Crie este hábito com ele para que ler não seja mais para frente, um ato de desespero, mas sim, além de prazeroso, a preparação para vencer as pequenas e grandes batalhas da vida adulta.

 

Karla Karina

Ser poliglota por Karla Karina


 O convite veio inesperado, mas como eu sempre quis ser Jornalista e essa coisa de dar entrevista é algo que eu amo de paixão, aceitei na hora.

E digo que não aceitei falar sobre a minha pessoa para aparecer, esnobar ou por me achar melhor que as outras pessoas.

Muito pelo contrário. Sinto que estou neste mundo para ajudar e nem sempre a ajuda vem em forma de dinheiro, ela pode vir de várias maneiras.

E eu tenho sim uma história de vida maravilhosa. Não uma vida glamourosa porque morei fora por longos 8 anos.

E foi exatamente o oposto: nascida em uma família de classe média baixa, meus pais nunca deixaram nos faltar nada, mas sempre foram rígidos e sinceros com a apresentação do mundo para nós. E eu sendo a caçula, bem caçula não mudou em nada, muito pelo contrário também, pois eles me criaram tal qual como criaram seus outros 4 filhos.

Mas eu sempre fui muito para frente e essa pessoa que eu sou hoje é fruto dessa educação não liberal, mas de poder de decisão própria. Me mostraram o mundo como ele é, e ainda que aos trancos e barrancos, as vezes sim com muitas discussões, meus pais me deixaram livre para trilhar meu caminho.

E eu venho trilhando. São 30 anos, 10 deles dedicados a me tornar a profissional que sou e que ainda poderei ser.

Noites em claro para dar conta do recado, muito estudo, leitura e atenção aos detalhes.

E sim, tudo o que sou hoje, vem dos meus 4 anos em Moscou e isso de fato é o que mais me faz ser grata por tudo que tenho, sou e ainda serei.

Obrigada pelo carinho de quem ler o texto.

Beijos

Karla Karina

Entrevista publicada na intranet da ANTAQ:

 

La vida es bella. Life is beautiful. Жизнь прекрасна. La vie est belle. A frase “A vida é bela”, escrita respectivamente em espanhol, inglês, russo e francês, demonstra o domínio que a Secretária da Assessoria Internacional da Agência, Karla Karina de Souza Lopes, possui quando o assunto é idioma.

Seu aprendizado aconteceu por causa dos compromissos profissionais de seu pai. “Ainda na infância, precisei mudar do Brasil para a Argentina, onde fui alfabetizada. Apesar de minha família ser toda brasileira, aprendi primeiro o espanhol”, conta Karla, que, após a temporada em Buenos Aires, voltou com sua família ao Brasil.

No entanto, depois de apenas quatro anos, a secretária teve de deixar o país devido ao trabalho do seu pai, novamente. Mas aí a viagem foi um pouco mais longa e para um país muito diferente do Brasil. Para buscar estabilidade financeira, a família de Karla se aventurou em 1995 na gelada Rússia. A secretária tinha somente 11 anos. “Meu pai precisava economizar dinheiro. Não tinha férias para voltar ao Brasil. Além disso, viver na Rússia foi um choque. Não sabia inglês, muito menos russo”, lembra.

O aprendizado e a adaptação ao idioma russo não foram fáceis. Sem a ajuda de um professor, Karla precisou aprender sozinha. Seu companheiro de todas as horas era um dicionário, que sempre levava debaixo do braço. “Meu pai disse que não poderia pagar um tradutor. Até tive uma professora cubana que tentou me ensinar russo, mas a didática era ruim. Por sorte, estudei em uma escola que dava aulas de espanhol, então convivi ao mesmo tempo com os três idiomas: espanhol, inglês e russo. Mas aprendi na marra tanto o inglês quanto o russo”, diz.

Mesmo com as dificuldades e o choque de cultura, morar na Rússia trouxe grandes benefícios a Karla. Além do aprendizado da língua, ela confirma que a rigidez russa a tornou uma profissional capacitada e respeitada atualmente. “Senti a importância da Rússia na minha vida assim que entrei no mercado de trabalho aqui no Brasil, principalmente em relação à pontualidade e à dedicação. Sempre colocarei meu trabalho em primeiro lugar”, garante.

A experiência com o francês foi mais tardia. Por querer passar pelos processos seletivos para ser diplomata, Karla começou um curso que, atualmente, está para concluir.

Ao perceber a facilidade de Karla em aprender idiomas, o professor Adelson Marques, que ministra as aulas de francês na Cooplem Idiomas, fez um convite para a secretária. “Fui chamada para fazer teatro em francês pelo Adelson. Ele montou um grupo para fazer apresentações na Cooplem. Por esse motivo, continuo estudando francês. Já vamos para a segunda peça em maio deste ano”, diz.

Mesmo com a capacidade de falar cinco idiomas, Karla pretende aprender mais um: o latim. “Acho um idioma lindo”, opina a secretária.