Jornada Acadêmica UNIP 2018 apresenta…


palestra com Claudia Schaffer – secretária da presidência da Rede TV!

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Use as redes sociais, como o Facebook, do jeito certo para conseguir o emprego ideal


Use as redes sociais, como o Facebook, do jeito certo para conseguir o emprego ideal

Segunda-feira, 15 de Outubro de 2012
Segundo pesquisa, o Brasil está entre os países que acreditam na substituição dos currículos por perfis online

Use as redes sociais, como o Facebook, do jeito certo para conseguir o emprego ideal

Cena do filme “Muita Calma Nessa Hora” Divulgação

As redes sociais estão tomando parte importante do dia a dia das pessoas, seja para encontrar velhos amigos, encontrar um parceiro ou até mesmo arranjar um emprego. Uma pesquisa realizada pela companhia de recrutamento mundial Robert Half com 375 executivos em todo o Brasil apontou que 44% deles usam as mídias digitais para fins profissionais. Além disso, o país lidera em expectativa de que elas substituirão os currículos tradicionais. A coordenadora de RH Clarisse de Lamare dá dicas para você usar essas ferramentas online a seu favor.

Clarisse conta que além de criar perfis em sites específicos como LinkedIn, no qual as pessoas se conhecem apenas profissionalmente, sem a “relação social”, você também pode adicionar suas informações importantes no Facebook, por exemplo. “Dá para fazer um pequeno currículo, mostrando onde você trabalha, qual curso está fazendo e que línguas fala”, diz.

O candidato também pode (e deve!) usar essas ferramentas a seu favor. Existem diversas páginas de Twitter e Facebook voltadas para a divulgação de postos de estágio, trainee e vagas efetivas em todas as áreas. É só procurar pelos perfis em sites de busca ou nas próprias páginas das mídias. No caso do microblog Twitter é possível buscar opções usando o jogo da velha (#) associado à área que quer encontrar e a cidade. Por exemplo: #vaga analista #sp.

Cuidado!
Muitas vezes as empresas buscam pelos perfis dos candidatos durante os processos seletivos para as vagas para conhecê-los melhor e ver se há coerência entre o que eles apresentam nas entrevistas e como agem no dia a dia. “Por isso é muito importante se policiar com relação às informações e opiniões que divulga nas redes. É preciso manter a privacidade”, avisa a coordenadora.

Mesmo assim, de acordo com ela, essa forma de divulgação funciona mais para o candidato que procura a empresa do que o contrário. “Ele pode usar as redes sociais para ter mais informação sobre a companhia e a vaga que está procurando. É possível encontrar pessoas falando sobre o processo seletivo, seja reclamando ou congratulando, comentando se foi justo ou não. Assim você consegue ter maior conhecimento sobre toda a ação”, explica.

Marina Finco

Fonte: http://daquidali.com.br/carreira-financas/use-as-redes-sociais-como-o-facebook-do-jeito-certo-para-conseguir-o-emprego-ideal

Vaga Secretária Brasília


Sistema Firjan, contrata:

Secretária Executiva

Responsabilidades do Cargo:
.Será responsável pela execução de tarefas relativas a anotações, redação, digitação e outros serviços de escritório de forma a assegurar e agilizar o fluxo de trabalho da Gerência.
.Organizar os arquivos e documentos, agendar e controlar compromissos do Gerente.
.Compra de passagens e hospedagens.
.Recepcionar colaboradores e visitantes.

Requisitos:
Ensino Médio Completo.
Experiência em rotinas administrativas.
Conhecimento do Pacote Office.

Benefícios:
Assistência Médica / Seguro de vida em grupo / VR / Premiação / Previdência Privada, entre outros.
Local de Trabalho: Distrito Federal, Brasília.

Os interessados deverão se inscrever no site do Sistema Firjan:WWW.firjan.org.br, no link “Trabalhe Conosco”, sob o título da vaga: Secretária Executiva – Brasília.

Karla Mustafa
www.flickr.com/photos/kkmk
http://assessoriaexecutivabsb.com

Enviado via iPhone

O que fazer quando você trabalha com alguém de quem não gosta


O que fazer quando você trabalha com alguém de quem não gosta

Por – Peter Bregman 18 set, 2012 – 10:52

Fonte: http://jezebel.uol.com.br/o-que-fazer-quando-voce-trabalha-com-alguem-de-quem-nao-gosta/

Todos nós temos que lidar com colegas de trabalho desagradáveis. Talvez seus hábitos te irritem, eles sejam preguiçosos ou escrevam e-mails grosseiros. Não deixe pessoas assim arruinarem seu ambiente de trabalho — Peter Bregman, da Harvard Business Review, oferece dicas para trabalhar com as mais antipáticas criaturas.

Chico*, como eu, é escritor, palestrante e líder de uma empresa de consultoria. Posso dizer que ele é profissional, bem respeitado, capaz, honesto e é considerado popular. Uma conhecida em comum nos chamou para colaborar em um projeto e, claramente, há um benefício mútuo em trabalharmos juntos.

Isso tudo soa ótimo, não fosse um problema: eu não gosto do Chico.

Há algo nele que não me desce. Ele parece muito autocentrado, ou egocêntrico, ou vaidoso. Eu não sei bem o que é, mas sei que não gosto dele.

Eu comentei isso para a pessoa que nos quer trabalhando juntos. Ela me falou, em suma, para desencanar. “Você não precisa gostar dele”, disse ela, “mas seria bom para você trabalhar com ele”.

Então como trabalhar com alguém de quem você não gosta?

“Sorria e suporte” não funciona

Eu não estou falando só de alguém que te frustra porque não sabe se comunicar bem ou não sabe liderar uma reunião. Claro, é irritante ver seu tempo perdido, principalmente quando você sabe que poderia fazer um trabalho melhor. Mas é diferente quando você não gosta da pessoa. Pensa só em como você responde de forma diferente a alguém que você gosta, mas não sabe liderar uma reunião (você quer ajudá-lo) e em como isso funciona quando você não gosta da pessoa (você quer parar de trabalhar com ela, ou, se a reunião é muito longa, matá-la).

O conselho mais comum dado nessas horas é simplesmente não levar a relação para o lado pessoal. Faça o negócio que precisar fazer com a pessoa e siga adiante. Em outras palavras: sorria e suporte.

Mas eu descobri que é quase impossível fazer assim. As pessoas de quem não gostamos nos enlouquecem e perdemos um tempo imenso reclamando delas, ou estressando sobre uma conversa que precisamos ter com elas.

E isso nem é o pior. O problema é que, quando você não gosta de uma pessoa, é provável que ela saiba disso. O que faz com que ela também não goste de você. E se você acha que trabalhar com alguém de quem você não gosta é difícil, tente trabalhar com alguém que não gosta de você.

É muito simples, mesmo. As pessoas com quem você se dá bem sempre vão tentar te ajudar; as pessoas com quem você não se dá bem sempre vão tentar te atrapalhar.

Ser querido tem benefícios irrefutáveis. De acordo com uma pesquisa, quanto mais pessoas gostam de você, mais fácil, mais produtiva e mais rentável sua vida vai ser. O que significa que alguém que não gosta de você — mesmo se você sorrir e suportar — configura um risco.

Ou seja, sorrir e suportar a situação é uma estratégia que não dá certo.

Então, qual a alternativa?

Considere, por um momento, a razão pela qual você não gosta de alguém. Talvez você ache essa pessoa avarenta. Ou egoísta. Ou sem consideração. Ou malvada mesmo. Em outras palavras, eles possuem uma falha de caráter ou um traço desagradável que te incomoda. Como minha opinião sobre o Chico: convencido, vaidoso, egocêntrico.

Agora — esta é a parte mais difícil — pense se você consegue encontrar, nas partes mais sombrias da sua psique, restos desses traços desagradáveis em si mesmo.

Será que você é avarento, egoísta, sem consideração ou simplesmente malvado? Você não gosta mesmo desse seu lado, certo? Você queria se distanciar dessa parte. Assim como você gostaria de se distanciar dessa pessoa irritante.

Em outras palavras, é possível que o motivo pelo qual você não suporte essa pessoa em primeiro lugar é porque ela te lembra do que você não consegue suportar em si mesmo.

De repente, trabalhar com pessoas de quem você não gosta se torna bem mais interessante. Porque conhecê-las melhor e aceitar as partes dela que você desgosta é, na verdade, se conhecer melhor e aceitar as suas partes desagradáveis.

Como superar seu desgosto por alguém? Superando seu desgosto por si mesmo.

É aí que seu desafeto pode se tornar útil. Use-o para se compreender melhor. Considere por que você tem um problema com ele. O que ele faz que te incomoda tanto? Supere essa inabilidade de liderar reuniões ou escrever um e-mail decente e vá direto ao ponto. Que parte da personalidade ou do comportamento dessa pessoa te irrita? O que você detesta nela?

Aí, considere como suas respostas podem ser um reflexo do seu comportamento. Este é um jogo e você vence ao descobrir esse comportamento detestável em si mesmo.

Para mim, o Chico refletia esses atributos meus que eu não gostava —como eu posso ser convencido, vaidoso e egocêntrico.

Pense nas vezes que você se sentiu miserável, egoísta, sem consideração ou malvado. Tá vendo? Você consegue enxergar seus sentimentos de atração e desgosto? Você consegue admitir para si mesmo que não é tudo preto no branco? É preto E branco. Você consegue viver com a complexidade de ser humano? Esta é a chave para ter compaixão por si próprio.

E ter autocompaixão é a chave para ser compassivo com os outros. Sem você nem notar, vai começar a gostar de pessoas de quem nunca gostou antes. Talvez você até se sinta compelido a ajudá-las a tornar essas reuniões ainda mais produtivas.

Agora é fácil me enxergar no Chico. Eu posso ter os mesmos defeitos que ele. Ainda é difícil admitir isso — especialmente na escrita —mas é parte de quem sou e, em doses certas, isso me ajuda.

E há um bônus em admitir isso: agora eu gosto do Chico.

*O nome foi alterado