Cinco coisas que você deve saber – e que o RH nunca irá lhe dizer


Sugestão de leitura enviada por Ângela Scórsin

Cinco coisas que você deve saber – e que o RH nunca irá lhe dizer

Confira as sugestões de quem conhece os bastidores do RH para melhorar sua relação com os profissionais dessa área – e o potencial da sua carreira

POR ARIANE ABDALLAH

Human resources and CRM

Ame-o ou odeie-o, mas o fato é que o pessoal do departamento de RH tem um impacto significativo em sua carreira. De decisões sobre remuneração a promoções, muita gente subestima o papel do RH e a diferença que ele pode fazer se estiver do seu lado.

Da próxima vez que cruzar com um representante do RH, não mude seu caminho. Não finja que estava seguindo para a impressora nem para o bebedor. Sorria, diga “oi” e leve em consideração as sugestões abaixo, elaborados por um profissional que trabalhou no RH e publicadas na Business Insider.

  1. Lembre-se de que o RH trabalha para a empresa, não para você

Claro, o RH quer oferecer suporte aos funcionários, mas, no fim das contas, eles estão trabalhando para servir aos interesses da companhia. Simples assim.

Então, da próxima vez que estiver se perguntando por que o pacote de benefícios foi cortado, por que tantos empregados leais foram dispensados na reestruturação ou por quê o RH apoia um gerente que claramente está agindo errado, lembre-se de que os profissionais dessa área são pagos pela empresa – e não por você.

  1. Tenha em mente que todos os empregados NÃO são tratados da mesma forma

Enquanto os gerentes de RH vão falar que todos são tratados como talentosos e são valorizados pela empresa, eles próprios não acreditam que todos tenham talentos ou valores iguais. Em praticamente toda grande organização, as pessoas são classificados em diferentes grupos ou categorias. Por exemplo, há o grupo dos “alto potenciais” (high potential).

Quando se trata de remuneração, os valores podem variar muito, mesmo quando duas pessoas fazem exatamente o mesmo trabalho. Se você suspeitar que recebe um salário abaixo de seu escopo, nunca é tarde para aperfeiçoar suas habilidades de negociação.Você provavelmente não saberá oficialmente que essas divisões existem. Ou, ainda mais importante, em qual grupo você foi colocado pelo gerente de RH. No entanto, essas classificações podem afetar tudo, desde as oportunidades de desenvolvimento até a probabilidade de uma promoção ou aumento de salário.

Existem inúmeras políticas de RH que defendem melhoria de processos, justiça e igualdade entre os funcionários. Mas para toda política, exceções são garantidas. A quem essas exceções se aplicam? Isso leva a outro tópico…

  1. Cause uma boa impressão, porque a opinião do RH sobre você é crucial

É verdade que seu gerente é uma peça-chave para o seu avanço profissional. Mas o RH também pode ter um grande impacto em sua carreira – tanto positivo quanto negativamente. Se eles o enxergarem como uma garota entusiasmada, comprometida e articulada, os outros ouvirão falar sobre você. Da mesma forma, se o virem como um cara que só reclama e costuma chegar atrasado, isso também se tornará público.

Quando o RH estiver em uma reunião com o time de gestores, discutindo quem será promovido, quem será enviado a um programa de desenvolvimento executivo em Londres e quem será o novo integrante de um comitê com pessoas de alta performance, você obviamente quer estar em algum desses grupos.

O RH também é o primeiro a saber sobre novas vagas abertas na empresa. Você não quer apenas ser recomendado para boas posições. Quer ter a certeza de que será considerado em primeiro lugar. Apesar de o que você possa pensar (ou do que o RH lhe disser), muitos postos de trabalham nunca são anunciados.

Isso é importante porque, com muita frequência, funcionários novos não têm uma relação com ninguém do RH. E se você não conhecer ninguém de lá, eles provavelmente não vão sabem quem você é (e, portanto, não poderão lhe ajudar). Às vezes, tudo o que precisamos é de um breve encontro durante o café para discutir seu aprendizado e plano de desenvolvimento. Ou ainda para mensurar seu impacto em um grande projeto do qual faz parte.

Por outro lado, se você tem uma relação com o departamento de RH, mas sente que falta ter uma marca pessoal clara, aprenda a falar um pouco mais sobre suas conquistas. Faça um marketing pessoal. E, gradualmente, construa sua reputação.

  1. Tome cuidado com o que você discute com o RH

Embora seja preciso construir uma relação com RH, você precisa estar consciente do que compartilha com os funcionários dessa área. Não considere suas conversas privadas com um de seus representantes como uma discussão confidencial.

Você sempre pode pedir que algo seja mantido em segredo, mas se for algo que realmente não queria que seja espalhado, é melhor não testar a sorte. As pessoas que trabalham para o RH são tão acostumadas a lidar com informações sensíveis que discutir algo que você enxergue como privado pode facilmente acontecer.

  1. Também compartilhe palavras positivas com o RH

O RH frequentemente recebe um monte de reclamações. De “eu não fui pago em dia” até “por que se demora tanto para contratar alguém?” passando pelo sempre popular: “Nós realmente temos que perder tempo com outra reunião de RH?”.

Mostrar seu apreço pelo RH pode exigir um longo caminho. Mas é importante oferecer feedbacks positivos à essa área também. Claro que deve ser um testemunho genuíno. Mas saiba que demonstrações positivas podem, muitas vezes, trabalhar a seu favor. Como diz o ditado, você pega mais abelhas com mel do que com vinagre.

Agora que tem a trilha, vá em frente e adentre as portas assustadoras do RH. Só tenha cuidado.

Fonte: http://epocanegocios.globo.com

 

 

6 atitudes que podem prejudicar a sua imagem no ambiente de trabalho


Thais Carvalho Diniz

Do UOL, em São Paulo

29/09/2017 04h00

Ninguém precisa fazer melhores amigos no ambiente de trabalho, mas é preciso ter o mínimo de sociabilidade para construir uma imagem positiva perante colegas e gestores. Um simples “bom dia” e palavras básicas da boa educação, como “por favor”, colaboram para um ambiente empático e mais produtivo.

Segundo os especialistas entrevistados pelo UOL, a inteligência emocional está, cada dia mais, à frente de habilidade técnicas. Por isso, a forma como decidimos interagir não é algo a ser feito pela empresa, mas por você. “O objetivo deve ser de todo profissional que quer evoluir na vida e no trabalho”, afirma Claudia Klein, especialista em desenvolvimento profissional.

A seguir, veja pequenos gestos que podem prejudicar sua reputação no meio corporativo:

Não cumprimentar as pessoas

Não é nem preciso avançar até o “tudo bem”, mas um “oi” ou “bom dia” pode fazer toda a diferença na sua imagem. Quem passa por todos sem sequer fazer um contato visual, pode ser visto como um indivíduo pouco acessível e até arrogante. Dar as boas-vindas, independentemente de cargos e interesses, também faz parte. Esse item vale se você é gestor ou colaborador. No caso do líder, a responsabilidade é ainda maior, uma vez que o esperado é ter esse profissional como exemplo para toda a equipe.

Recusar almoços com colegas (sempre)

Existem pessoas mais sociáveis que outras e é preciso respeitar as individualidades. Entretanto, faz parte da etiqueta social não recusar a todos os convites. Essa atitude demonstra pouco interesse em ampliar as redes de contato. Afinal, é possível equilibrar dias –e até semanas– de almoço acompanhado ou não. Quanto mais você conhece e se dá bem com outros profissionais, mais fácil de estabelecer um diálogo efetivo em assuntos do trabalho.

Opinar sem ser solicitado

Não é necessário ficar restrito a opinar apenas quando se é solicitado. Entretanto, há limites e formas de fazê-lo sem invadir o espaço do outro. Uma dica para deixar as pessoas à vontade com o seu palpite é perguntar se elas gostariam de uma opinião diferente sobre o assunto tratado. É possível perceber genuinamente quando e onde você pode contribuir com o seu conhecimento e experiência. E sempre de forma respeitosa e sem sarcasmos do que está em discussão, claro.

Ser reativo

Um conceito básico de sobrevivência no ambiente de trabalho é não ser agressivo com os outros nem consigo mesmo. Portanto, podemos ouvir as críticas com paciência e, se for o caso, dizer, respeitosamente, que discordamos dela. Quando somos reativos, assim como em outras áreas da vida, perdemos a razão. Quando reagimos mal, acabamos atacando o outro. Entretanto, se sucumbimos a todos os pontos de vista externos, o ataque acontece a nós mesmos. O segredo é equilibrar.

Ignorar as conquistas dos outros

Faz parte da criação de um ambiente socialmente agradável saber reconhecer as conquistas dos colegas e colaboradores. Além de servir como estímulo para a produtividade, demonstra respeito. Neste item, podemos incluir, para uma boa imagem, não fazer parte de rodas de conversas nas quais o foco é falar mal de alguém.

Falar alto ao telefone

Seja por vontade de expor uma conversa importante –mesmo que tenha a ver com o trabalho– ou, pior ainda, quando se trata de algo pessoal, falar alto em locais com mais pessoas é sinal de desrespeito. Os espaços no ambiente corporativo são compartilhados e não devem, por isso, ser tratados como exclusivos.

Consultoria | Elisabete Alves, professora da pós-graduação em Gestão de Pessoas da FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado); Fernando Lima, diretor da ABRH-SP (Associação Brasileira de Recursos Humanos de São Paulo); Claudia Klein, especialista em desenvolvimento profissional.

Fonte: https://estilo.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2017/09/29/6-atitudes-no-trabalho-que-mudam-a-sua-imagem-para-o-bem-e-para-o-mal.htm

Artigo: A roupa de mulher maravilha, ou super-homem, do assistente executivo: O famoso plano B por Cora Fernanda


Boa tarde pessoal!

Hoje quero compartilhar um artigo da mais nova integrante do COMSECDF, Cora Fernanda de Faria Lima, diretamente de SP.

Espero que curtam e compartilhem!

Beijos,

Karla Mustafa

 

A roupa de mulher maravilha, ou super-homem, do assistente executivo: O famoso plano B.

Prepare-se para tirá-la do armário. Assistentes executivos estão se especializando em diferentes áreas, e, com isso, vemos um mercado mais promissor para a carreira de docência.

Planejamento de carreira é um assunto que, por vezes, deixamos para depois. Beeeem depois. Mas não devemos nos descuidar tanto assim.

O tempo está passando muito rápido e tudo tem urgência: um dia nossa casa, outro, nossa família, em outro os estudos ou uma outra língua. São muitas tarefas e anseios pela carreira, o plano A, que não pensamos em um plano B, efetivamente.

Mas aqui vai um artigo cheio de boas notícias, onde mostramos que o secretariado tem crescido e se aquecido com todas estas mudanças de cenário. E mudanças trazem oportunidades. Se envolva, se comprometa e comece a planejar o seu futuro again.

Como? Não há hora específica para começar, basta que você veja esta necessidade. A construção dele não necessariamente deve ser delineado quando o seu plano A, estiver ao fim. Sua carreira, independente do momento, deve ser cuidada. Muito bem cuidada! Estou ascendendo? Estou adequada? Estou em transição? Estou confortável? Esse conjunto de perguntas converge ao seu traçado de desenvolvimento e trajetória profissional. Sendo assim, devo atentar para minhas sensações sobre a carreira. Neste ano de 2016, conclui um curso para docência em secretariado executivo. Acreditem, muitas portas se abriram, criatividade foi a mil. Não é este o sinal? Saber que podemos ir além do que nossa rotina nos traduz?

O que? Estamos falando em o que fazer? Sim! O que você vai fazer neste momento de escolha? Pela quantidade de atribuições que o assistente executivo tem, inclusive na atualidade, ele está miscigenando-se a outros profissionais. Mas não confunda! Ainda somos assistentes executivos, atuando em finanças, traduções, manutenção de casas e família, além de outros assuntos mais técnicos. Daí o questionamento: o que vou fazer? Temos uma gama de assuntos para escolher e navegar, ainda que desconhecido, desbravar. Não esqueça, o start está com você. Ainda sobre o CPDAS, curso que mencionei no parágrafo anterior, descobri outras possibilidades. Ministrados pelas fenomenais Walkíria Almeida e Bete D´Elia, surgiu de uma lacuna, ou seja, por precisarmos de profissionais capacitados para lecionar e administrar as informações de forma concisa e fiel, para aqueles que estão ingressando na carreira de secretariado. Outras palavras: assistentes executivos formando novos profissionais da área. Você é daqueles profissionais  que inspiram? Que as pessoas sempre voltam em sua mesa? Que as pessoas querem por perto? Que admiram? Que contagia os demais com o secretariado? Está no caminho certo para lecionar, pois professores inspiram aqueles que estão do outro lado da tela, aquela que será pintada. Aprendizado, com certeza é uma habilidade a ser desenvolvida, e, desenvolver novos profissionais, é a chave da mudança.

Por que?  Mas porque devemos olhar a oportunidade da docência com os olhos do amor? Claro, porque esta tarefa e dom só pode ser exercida por aqueles que amam o que fazem e multiplicam seu conhecimento, fazendo uma grande nebulosa de aprender- saber – aprender. A sala de aula ensina? Contagia? Trago neste artigo, uma profissional brilhante e que acrescentará tudo aquilo que devemos saber sobre docência. Ela é Simara Rodrigues, professora e coordenadora do curso de Secretariado Executivo na UNIP, Campus Brasília. Quer saber mais?

Professora…. é para copiar? Não! Agora só preste atenção no que a mestre escreverá….

Querida Cora, se o seu artigo fosse uma avaliação, diria que você gabaritou a prova e a sua nota foi 10! Parabéns pelas ricas contribuições e reflexões. Você foi muito pontual, isto porque de nada adianta acumular títulos e formações se não houver talento para ensinar, ou seja, se não existe a paciência e habilidade pedagógica essencial para a prática da docência.

Por isso, é importante saber que sendo o seu plano B a docência, será importante preservar o coração de estudante, que ao ensinar, está em constante aprendizagem; e não desenvolver um ensino mecânico como de “depósito bancário”, em que apenas se injeta conhecimento acrítico nos alunos. Logo, a habilidade de lecionar precisar vir sem interesses lucrativos, sem discriminação de classe, raça ou gênero, sem mediocridade. Daí a importância em trabalhar com empatia, engajamento e propósito, atuando como um curador do conhecimento, que sabe ouvir paciente e criticamente, pois somente quem escuta é capaz de se comunicar com segurança e propriedade.

Perceba que, muitas habilidades estão inseridas no perfil do profissional de secretariado, o que facilita transitar entre as áreas, mas não significa que exigirá menos dedicação e competência. O que a propósito, deve ser esclarecido: quem escolhe um plano B precisa ter consciência das responsabilidades e consequências e não visualizar esta possibilidade apenas como uma renda extra. Saiba que com esse pensamento, você estará fadado ao fracasso.

E ao vestirmos essa roupa de “super-herói” que não sejamos demasiado convictos de nossas verdades, mergulhados em nosso ego, que em muitas situações é massageado pelo status e poder, que na verdade não existe. Se bem pararmos para pensar, nossos alunos são os mesmos clientes, exigentes, que encontramos no mundo corporativo, e merecem a melhor prestação do serviço, qual seja, a capacidade singular de compartilhar conhecimento, a partir de nossas vivências, experiência e disposição. E que fique claro: este conhecimento precisa ser vivido e testemunhado por nós docentes, principalmente da área de secretariado, uma vez que a teoria deve ser coerente com a prática do professor, que passa a ser uma referência e influenciador de seus educandos. Afinal, não seria convincente falar para os alunos que o tabagismo faz mal à saúde e no intervalo da aula, fumar um cigarro.

É preciso brilho nos olhos, postura positiva, sem frieza e mecanismo da leitura do slide em power point projetado na tela. É preciso emoção que movimente as atitudes dos indivíduos, mesmo aqueles mais despreparados e que alegam ter caído de “paraquedas” na profissão.

Nós docentes, precisamos estimular a alegria em nossas aulas, ao mesmo tempo que,  carregando o caráter da cientificidade e dos conhecimentos teóricos, nossa área não caia na rotulação de ser apenas tecnicista e sem compromisso com os conhecimentos específicos. Por isso, a necessidade em saber lidar com esta dualidade.

O papel do docente precisa ir além da sala de aula, compreendendo a atuação na formação de pessoas e na construção de sonhos, muitas vezes adormecidos, que a partir das inspirações e referências, são despertados. Parafraseando Paulo Freire: “Educar é impregnar de sentido o que fazemos a cada instante” e assim, deixo essas inquietações na expectativa de que outros profissionais de secretariado busquem a docência, não apenas como um plano B, mas um plano de vida, que motiva, inspira e constrói.

E uma última dica: não cometa o grande equívoco de pensar que é preciso saber tudo para começar a trabalhar com o seu plano B. Esse momento nunca vai chegar.  Feita a sua escolha, prepare-se, faça cursos, procure informação, acione sua rede de contatos, converse com pessoas que já atuam na área, participe de eventos, congressos, palestras e assim como fizeram os seus professores, aqueles eternizados em sua memória, seja a diferença.

Gostou? Já com ideias novas? Pensando à frente? Está preparado antes mesmo de começar?

Aqui, deixo a última dica: Acesse https://www.facebook.com/cpdasec/, e abra a primeira oportunidade.

Até a próxima!

Cora Fernanda

 

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/a-roupa-de-mulher-maravilha-ou-super-homem-do-assistente-executivo-o-famoso-plano-b/102077/

Artigo: O fim da avaliações


Excelente artigo sugerido por nossa parceira Ângela Scorsin publicado na Revista Você RH

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Empresas perceberam que rotular o funcionário pelo desempenho do passado não traz benefícios. A alternativa? Valorizar os talentos pensando no futuro.

Anne Dias

Sergio Piza, líder de gente e gestão da Klabin: a empresa abandonou a avaliação com notas e classificações para focar nas oportunidades individuais de desenvolvimento | Crédito: André Lessa

A avaliação de desempenho, tal qual a conhecemos, está chegando ao fim. Grandes companhias começaram a abolir a rotulagem dos funcionários pelo que eles fizeram no passado e passam a desenvolver um plano individual que valorize suas habilidades — de olho no futuro.

Esse é um reflexo da percepção dos próprios líderes de RH, que em sua maioria notam que os atuais modelos de medição são ineficientes. As avaliações não refletem de forma correta as contribuições dos indivíduos, muito menos apoiam o crescimento necessário dos negócios.

De acordo com uma pesquisa de 2013 da CEB, consultoria de benchmarking global de capital humano, realizado com 35 000 empregados de mais de 40 organizações no mundo, 45% dos líderes de RH reconhecem que grandes mudanças no processo de avaliação são necessárias, enquanto 41% fizeram alguma alteração recentemente.

A fabricante de papéis e celulose Klabin foi uma das primeiras empresas a adotar um novo modelo no Brasil, há um ano. “Deixamos de lado a avaliação que vinha com notas e classificações e agora as discussões ficam em torno das oportunidades de cada um para se desenvolver e, assim, entregar resultado. Saímos do feedback e fomos para o ‘feedforward’, que tem foco no que a pessoa fez de positivo, sempre olhando para o futuro”, diz Sergio Piza, responsável por gente e gestão da Klabin.

A ideia é puxar do empregado o que ele tem de melhor, para que isso se reverta em resultado para a organização. A palavra de ordem passa a ser o desenvolvimento — não mais o desempenho.

E por que fazer essa mudança agora? Piza explica que assim se cria um ambiente de confiança, um espaço no qual as pessoas podem ser autênticas e dizer o que pensam. “Dar um bom feedback é difícil. O que temos agora é um diálogo com mais qualidade e que faça sentido para todos”, afirma.

Velhos problemas

Afinal, o que há de errado com as avaliações feitas até agora? “O processo todo sempre foi muito longo, burocrático e estático”, diz Adriana Chaves, sócia responsável pela divisão de desenvolvimento e carreira da DMRH, consultoria de gestão de pessoas e processos seletivos.

Para Luiz Gustavo Mariano, sócio da Flow Executive Finders, empresa de seleção de executivos, a principal dificuldade é que o gestor não atua na correção da rota na hora em que alguma coisa ruim acontece. “O chefe espera chegar o período da avaliação, que pode ser daqui a seis meses ou um ano, para dar o feedback”, diz.

E, com um mundo em constante mudança, cada vez mais é preciso agir rapidamente. Outra dificuldade, completa Mariano, é que, quando o executivo de RH mensura o tempo de preparo dos funcionários e da aplicação do questionário em si, e o valor financeiro de ter líderes envolvidos em diversas reuniões de discussão de pessoas, especialmente em grupos com mais de 1 000 trabalhadores, ele percebe o quão custoso esse processo é. “A companhia toda para por um mês”, diz Mariano.

Devagar, as corporações começam a perceber as falhas e a mudar as formas de aferir o desempenho. Segundo um levantamento da Fundação Instituto de Administração (FIA) junto com a pesquisa 150 Melhores Empresas para Você Trabalhar (realizada há 20 anos pela revista VOCÊ S/A), em 2014, todas as organizações mediam os empregados com base no que fizeram no passado, com feedbacks semestrais ou anuais. Em 2015, a porcentagem caiu para 98%. Entre as organizações que estão revendo a avaliação, a busca é por conversas mais frequentes, com menos peso para a hierarquia e processos internos mais simples.

Hora de mudar


Para agilizar a avaliação, a multinacional americana GE, reconhecida defensora da matriz 9 Box, nos anos 1960, trocou a mania de rotular os funcionários em quadrantes por um processo de cocriação, envolvendo seus 165 000 trabalhadores nos países onde está presente. “Nós visamos o futuro. Buscamos desenvolvimento profissional e queremos abrir diálogo sobre a carreira de nossos colaboradores”, diz Ana Manhaes, líder de desenvolvimento de talentos da GE para América Latina.

Agora o feedback é dado à medida que as atividades e os fatos acontecem — sem a necessidade de uma reunião formal. Para isso, a companhia desenvolveu uma ferramenta na qual as pessoas publicam, a qualquer momento, suas conquistas e contribuições. Elas também têm a oportunidade de dar, solicitar e receber a opinião de seus colegas, superiores e subordinados.

Camille Mirshokrai, diretora de desenvolvimento de liderança para mercados emergentes da Accenture, em sua visita ao Brasil, afirmou que a chave para um bom processo de medição dos funcionários não é apenas dar feedback na hora certa, mas “ser coach” — principalmente pensando em alavancar o desempenho. “Essa, sim, é a grande mudança”, diz.

Há um ano, a consultoria decidiu parar com as avaliações anuais de seu pessoal. Desde então, os líderes trabalham para descobrir suas próprias fortalezas e estabelecer as prioridades para fazer a diferença nos projetos que serão desenvolvidos durante o ano.

É inegável que as pessoas ficam motivadas e, consequentemente, trabalham mais e melhor quando são avaliadas justa e corretamente. Mas é preciso cuidado para, em busca de melhorias, não dar às avaliações apenas uma roupagem diferente para velhos problemas.

O alerta é feito por Sofia Esteves, presidente do conselho do Grupo DMRH. Nos últimos três anos, ela tem coordenado um grupo com 25 representantes de grandes empresas, como Ultra, GE, Samsung, Unilever e Novelis, cujo objetivo é debater ideias relacionadas ao trabalho que vão surgindo no mercado. A avaliação de desempenho, como é feita hoje, foi tema da mais recente reunião do grupo. “Foram levantados prós e contras, e o que vimos foi que os profissionais de RH estão num grande questionamento sobre o tema”, afirma a empresária.

Para Joel Dutra, professor da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA/USP), que acompanha as questões que envolvem gestão de pessoas há 20 anos, as corporações que realmente quiserem mudar a forma como medem seus empregados terão de lutar contra uma cultura interna extremamente arraigada. “Há uma grande evolução nos processos de avaliação nos últimos anos. A discussão não é se a companhia faz ou não, mas em que nível de maturidade (para avaliar pessoas) ela está para dar um novo passo.”

Mais do que abandonar cronogramas ou simplificar processos, os executivos de RH precisam repensar a forma como enxergam os funcionários. Avaliar recursos ou peças é uma coisa, pensar em seres humanos complexos é outra.

Fonte: http://vocerh.uol.com.br/noticias/acervo/o-fim-das-avaliacoes.phtml#.V1geLJErLIX

 

Não consegue emprego? Veja como destacar qualificações e ‘aparecer’


 

Profissional deve ser objetivo e destacar resultados no currículo.
Candidato não deve mentir ou ‘criar’ habilidades inexistentes.

Do G1, em São Paulo

19/03/2015 07h00 – Atualizado em 19/03/2015 07h00

A procura por profissionais qualificados continua intensa nas empresas. E com essa demanda crescente, saber apresentar qualificações técnicas e comportamentais em diferentes situações pode ser um diferencial na hora de buscar uma promoção ou uma nova oportunidade de emprego.

Para Érica Isomura, especialista em recursos humanos na Vagas.com, muitos candidatos falham na hora de apresentar suas habilidades. “Normalmente não há bom senso nessa hora. Muitos profissionais exageram ou escondem suas qualidades. Tem gente que gosta de vender a sua imagem a qualquer custo e tem aqueles que não contam nem metade do que são capazes de desenvolver. É preciso ponderar essa dose e contar realmente o que interessa ao recrutador”, conta.

Veja abaixo como o candidato deve apresentar suas qualificações de maneira adequada em diferentes situações:

No currículo

Destacar as qualidades profissionais é um desafio para muitos profissionais, já que ele precisa destacar seus principais resultados e buscar uma forma de ‘aparecer’ para o recrutador.

“Alguns profissionais pecam pelo excesso de informações ou informações que vão além de suas experiências; outros pecam pelo excesso de modéstia, pela dificuldade de expressão ou até mesmo de autoconhecimento”, diz Érika.

Veja como destacar as qualificações:
1) Seja objetivo, rediga de forma objetiva as vivências profissionais mais relevantes;
2) Insira resultados gerados por ideias e projetos que tenha implantado;
3) Destaque as experiências internacionais;
4) Inclua de forma objetiva competências que se destacam, com algum exemplo;
5) Não minta, insira somente as habilidades que realmente existem;
6) Fuja dos clichês e de frases padrão;
7) Revise o currículo para evitar erros de português;
8) Pense que as duas ou três primeiras são o momento de se ‘vender’.

Entrevista
Se o candidato foi chamado para a entrevista é porque ele conseguiu demonstrar com clareza e objetividade suas qualificações. Mas quais cuidados são necessários na hora de conversar com o recrutador?

Veja como se destacar na entrevista:
1) Esteja seguro das competências, ou seja, o candidato deve realmente ter todas as qualificações informadas no currículo;
2) Esteja atento ao entrevistador para manter um equilíbrio entre ser objetivo e contar muitas histórias;
3) Aproveite o tempo da entrevista de forma mais produtiva possível, apresentando experiências relevantes;
4) Valorize seus resultados apresentando números, projetos e ações;
5) Não saia da entrevista sem ter clareza da qualificação esperada da vaga versus a sua qualificação;

No trabalho
As empresas também buscam pessoas que demonstram ter habilidades sociais, já que o trabalho em equipe é essencial para as empresas.

Veja as características valorizadas pelas empresas:
1) Bom relacionamento interpessoal;
2) Boa comunicação verbal e escrita;
3) Integridade, ética e respeito às pessoas;
4) Autogestão e administração do tempo;
5) Autoconhecimento e gestão de pessoas (para líderes);
6) Inteligência emocional e resiliência.

Veja 5 erros que devem ser evitados na hora de negociar o salário


Negociação deve ser firme e cordial; profissional deve saber seu valor.
Mentir sobre quanto ganha e aceitar qualquer oferta são os principais erros.

Do G1, em São Paulo

Profissional deve saber seu valor e negociar de forma firme e cordial

A negociação salarial pode ser um desafio até mesmo para os profissionais mais experientes. Afinal, ninguém quer acabar com uma grande oportunidade por ter expectativas elevadas. Por outro lado, ninguém quer aceitar uma oferta qualquer.

Segundo o Glassdoor, site de avaliação de empresas norte-americano, o profissional deve buscar o equilíbrio para conseguir negociar o salário de uma forma firme e cordial, sem perder a oportunidade de emprego.

Veja abaixo 5 dicas para negociar o salário:

Negociar salário - saber seu valor (Foto: G1)

Para comprar um carro, uma casa ou para gastar dinheiro em qualquer outra coisa, a maioria das pessoas faz a lição de casa antes de tomar uma decisão. Isso também deve ser feito na negociação salarial.

Quem vai pedir um aumento ou está procurando um novo emprego deve saber seu valor antes de considerar uma oferta. É importante saber o seu ‘valor de mercado’, ou seja, qual é a remuneração média atual para a sua profissão, cargo e nível de escolaridade.


Negociar salário - ter pressa para discutir o salário (Foto: G1)

É normal querer saber o valor do salário logo no início da entrevista e até mesmo na hora em que é convidado para a entrevista, mas isso pode fazer com que o profissional acabe ficando fora do ‘jogo’ antes mesmo de ter a chance de impressionar o recrutador.

A melhor opção é discutir o salário no final da entrevista, quando o entrevistador provavelmente já terá decidido se o profissional é ou não adequado para a posição e pode até considerar se vale a pena pagar um pouco mais para ter uma pessoa mais qualificada.


Negociar salário - aceitar a primeira oferta (Foto: G1)

Mutio frequentemente candidatos aceitam a primeira oferta de salário por ter medo que o recrutador vá simplesmente passar para o próximo candidato, caso ele não aceite. Mas, com a ‘guerra’ que existe atualmente por talentos, as empresas já estão até preparadas para uma possível negocicação. Analisar o pacote de benefícios também deve entrar na rotina do candidato.


Negociar salário - mentir sobre o quanto ganha (Foto: G1)

O profissional quer ganhar o máximo possível, mas se isso for acontecer por vias desonestas, talvez não valha a pena. Afinal, se o potencial empregador descobrir, a chance de ele continuar oferecendo o cargo é muito pequena. Caso o profissional já tenha sido contratado, ele pode até correr o risco de ser demitido.


Negociar salário - abrir negocicação logo após a primeira oferta (Foto: G1)

Se a oferta salarial for aceitável ou muito baixa talvez seja melhor ‘digerir’ o que foi dito antes de tomar algum tipo de decisão. O profissional pode perguntar sobre detalhes do pacote de benefícios e quais as chances de crescer empresa para conseguir tempo para argumentar o valor. Além disso, o profissional também deve avaliar se o novo cargo vai beneficiar sua carreira.

Livre-se do estresse


25 coisas estressantes que você tolera mais do que devia (e você pode ter culpa nisso)

Passar a vida tolerando coisas que não gostaríamos de tolerar descarrega nossas energias e torna impossível uma vida equilibrada.

Abaixo estão listadas algumas coisas que a maioria das pessoas tolera mais do que deveria:

  1. Manter uma atitude negativa – Escolha ser infeliz e você encontrará um milhão de motivos para reclamar e fazer cara feia. Escolha ser feliz e encontrará um milhão de razões para sorrir.
  2. Fazer parte de círculos de drama – Tente se manter afastado (a) de grupos que priorizam o julgamento e as fofocas. A vida é muito curta para ser gasta falando mal de pessoas e se metendo em problemas sem relevância.
  3. Achar constantemente que você poderia ter sido mais gentil – O menor ato de bondade vale mais do que uma intenção grandiosa. Portanto, trate as pessoas direito. A bondade é um presente que qualquer um pode se dar ao luxo de praticar. Seja a doçura na vida amargurada de alguém, seja sempre gentil com as pessoas e com o que você sente e não precisará sentir culpa por não ter feito “o suficiente”

4 Cultivar pensamentos autodepreciativos – Se você sente que os outros não estão te tratando com amor e respeito, verifique o seu valor. Talvez você inconscientemente transmita uma mensagem de que “Não é bom o suficiente”. Saiba que é você mesmo (a) quem diz aos outros sobre o seu próprio valor. Mostre-lhes que você está disposto (a) a aceitar o seu tempo e atenção. Se você não valorizar e respeitar a si mesmo (a), de todo o coração, ninguém mais o fará.

  1. Viver o presente preocupado (a) com um passado doloroso – O primeiro passo para viver a vida que você quer é deixar para trás a vida que você não quer. Deixar de lado o passado é o primeiro passo para a felicidade. Pare de ser um prisioneiro de seu passado e torne-se o arquiteto do seu presente. Aprenda com seus erros, mas não passe a vida se martirizando por eles. Viva além de suas cicatrizes e concentre-se nas imensas possibilidades que aguardam a sua atenção imediata.
  2. Estar sempre tão ocupado (a) e disperso (a) a ponto de não apreciar a doçura da vida – algumas vezes, lembrar-se da doçura da vida pode ser mais difícil que esquecer a dor. Há beleza em tudo; às vezes você apenas tem que olhar um pouco mais para vê-la.
  3. Basear-se em expectativas de perfeição – A vida nunca será perfeita, não importa o quanto você tente. Sempre existirão momentos de incerteza e dias em que nada dá certo.
  4. Não responsabilizar-se pelos próprios atos– Responsabilidade significa reconhecer que, independentemente do que aconteceu até este ponto em sua vida, você é capaz de fazer escolhas para mudar sua situação, ou para mudar a maneira de pensar sobre isso.
  5. Ser obcecado (a) pelo controle– Lembre-se de que as únicas coisas que você pode verdadeiramente controlar são as escolhas que você tem frente a tudo o que acontecer ao seu redor.

O estresse prospera quando a sua lista de preocupações é maior do que a sua lista de gratidão. A felicidade prospera quando a sua lista de gratidão é maior do que a sua lista de preocupações. Então, encontre algo para ser grato.

10- Sentir-se culpado (a) por não ser capaz de fazer tudo – Sim, é saudável trabalhar diligentemente para atingir metas significativas, entretanto não é saudável repreender-se por não fazer mais do que você é capaz. Encontre o seu equilíbrio entre atividade e recuperação. Aprenda a relaxar quando você precisar de uma pausa.

11- Manter a ideia de que a felicidade só pode ser encontrada no futuro – Se você está sorrindo agora, você está fazendo certo. O futuro está nascendo a cada segundo em seus pensamentos e ações. Pare de esperar e comece a viver.

  1. Não apreciar o que você tem quando “você tem”– Às vezes a gente acaba traindo aos outros e a nós mesmos simplesmente porque nós prestamos mais atenção no que está faltando do que no que temos. Quando você começa algo pequeno, você quer mais. Quando você tem mais, você deseja ainda mais. Mas quando você perde tudo, você percebe que as pequenas coisas eram realmente as coisas mais importantes. Portanto, não vá à procura de algo melhor a cada segundo. Em vez de pensar sobre o que está perdendo o tempo todo, lembre-se mais vezes do que você tem.
  2. Manter uma lista de preocupações muito maior do que uma lista de gratidão – O estresse prospera quando a sua lista de preocupações é maior do que a sua lista de gratidão. A felicidade prospera quando a sua lista de gratidão é maior do que a sua lista de preocupações. Então, encontre algo para ser grato.
  3.  Manter-se resistente ás mudanças– Experimente um milagre simplesmente mudando sua perspectiva.
  4. Deixar que as situações que não deram certo definam quem você é– Às vezes as transições da vida são a oportunidade perfeita para deixar para trás uma situação desagradável e abraçar algo melhor que está vindo em sua direção. Por favor, não deixe que circunstâncias incontroláveis ​​definam quem você é ou lhe forneçam uma desculpa para ser desagradável.
  5. Deixar-se levar pelo condicionamento social – Saber quem você é, é uma coisa, mas realmente acreditar e viver como você acredita é outra. Com todo o condicionamento social em nossa sociedade às vezes nos esquecemos de permanecer fiéis a nós mesmos. Não se perca por aí. Você não pode atrair as pessoas certas em sua vida quando você está fingindo ser outra pessoa. Então, seja você mesmo, e se você não pode encontrar um grupo cujos valores e consciência corresponde ao seu próprio, seja você a fonte inspiradora para os outros.

Perdoe aos outros, não porque eles merecem perdão, mas porque você merece paz. Liberte-se do fardo de ser uma eterna vítima, e siga em frente com ou sem eles.

  1. Concentrar-se em pessoas erradas – coisas erradas acontecem quando você confia e se preocupa com as pessoas erradas. Não deixe que pessoas que fazem tão pouco por você controlem seus sentimentos e emoções. Não dedique muito tempo para as pessoas que raramente fazem o mesmo por você. Conheça o seu valor. Saiba a diferença entre o que você está recebendo a partir das pessoas e o que você merece.  Algumas vezes é melhor deixar que algumas pessoas se afastem, ao invés de permaneceram junto de você.
  2. Ter comportamentos desonestos– Na vida e nos negócios a nossa reputação é sempre mais importante do que o nosso próximo salário e nossa integridade vale mais do que a nossa próxima emoção. Quem age de maneira desonesta vive uma vida de desconfiança e incerteza. Eles vivem em constante medo de que as pessoas que eles traíram também os enganem.
  3. Cultivar raiva excessiva – O que o irrita, controla você. Lembre-se disso. Às vezes pensamos que o ódio é uma arma que ataca as pessoas que não gostamos, mas o ódio é uma lâmina curvada, e os danos que fazemos, fazemos a nós mesmos.
  4. Gastar argumentos com pessoas antagônicas – Não desperdice palavras com pessoas que merecem o seu silêncio. Às vezes, a coisa mais poderosa que você pode dizer é nada.

21- Guardar rancores e ressentimentos – Perdoe aos outros, não porque eles merecem perdão, mas porque você merece paz. Liberte-se do fardo de ser uma eterna vítima, e siga em frente com ou sem eles.

  1. Conservar velhos hábitos que já se mostraram ineficientes – Só porque você sempre fez algo de uma mesma maneira, não significa que você tem que continuar a agir da mesma forma. Só porque você nunca fez algo, não significa que você não possa começar agora.

Só porque você sempre fez algo de uma mesma maneira, não significa que você tem que continuar a agir da mesma forma. Só porque você nunca fez algo, não significa que você não possa começar agora.

  1. Persistir em uma realidade de desculpas – É melhor parar de inventar desculpas (para si e para os outros)  se você realmente não tem a intenção de fazer algo. Concentre-se no que você realmente fará.
  2. Manter uma rotina estagnada – Lembre-se, a moeda mais importante na vida é a experiência. O dinheiro vem e vai, mas suas experiências ficam com você até o seu último suspiro. Portanto, não tenha medo de misturar as coisas e desafiar-se com novas experiências de vida. Às vezes, uma pausa de sua rotina é a coisa que você mais precisa.
  3. Aprenda a somar, mas também a subtrair– Quando as coisas não estão somando em sua vida, comece a subtração. A vida fica mais fácil quando você aprende a excluir as coisas e as pessoas que a tornam difícil. Livrar-se de complexidades desnecessárias em sua vida para que você possa passar mais tempo com as pessoas que você ama e fazer mais das coisas que você realmente quer.

E lembre-se, a vida é um processo de constantes mudanças, mas o crescimento é opcional. Então, escolha sabiamente. Pare de tolerar o que não deve ser tolerado.

Via Marc and Angel Hack Life

Traduzido e adaptado por Josie Conti

Revisão: Má Âmbar

Do original: 27 Stressful Things You Tolerate Too Often

Fonte: http://www.contioutra.com/25-coisas-estressantes-que-voce-tolera-mais-que-devia-e-voce-pode-ter-culpa-nisso/